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7 dicas para controlar melhor as finanças pessoais

July 9, 2018

 "O dinheiro é meu amigo, não meu inimigo" -- repita comigo 3 vezes, ou até que isso comece a fazer algum sentido pra você!

 

É que, ao longo da vida, vamos desenvolvendo várias crenças limitantes sobre como o dinheiro funciona -- pra você que chegou agora aqui, a tecla SAP: crenças limitantes são as coisas nas quais a gente acredita, que nos parecem verdades absolutas, mas no fundo são questionáveis e só fazem nos limitar. Um exemplo? O dinheiro é mau e só traz infelicidade. Pronto, você começa a conscientemente ou não fugir dele, querer menos desse mal na sua vida. Afinal, ele vai te fazer infeliz, quem quer essa praga na vida?! 

 

Sério, gente? Não precisa ser assim. 

 

Outra crença limitante comum: lidar com dinheiro é para alguns afortunados que levam jeito. Eu não gosto de números. Detesto lidar com isso, não adianta. 

 

Mais um pensamento comum e limitador sobre $: se eu ganhar muito, vou perder a minha essência. Vai dar briga na família. Não vou mais lutar pelo que quero. Vou me perder. E assim vai...

 

Quem te garante isso tudo? Sua essência está aí e pode ser mantida tranquilamente se você tiver finanças mais saudáveis. Ah, e você não precisa ser um expert em matemática para fazer a conta do que entra e o que sai da sua conta corrente. Muito menos precisa de formação especial para encarar as cifras como um adulto, que gasta menos do que ganha e poupa alguma coisa.

 

Tente revisitar o que você andou ouvindo de família, professores, amigos, gurus e afins ao longo da vida. Quem disse que são verdades? A experiência tem valor, claro, mas não determina uma realidade absoluta. Como você reage e interpreta o que acontece tem muito mais importância. Será que você não andou comprando interpretações que só te limitam?  

 

Como soube que você precisava disso! 

 

Comecei o texto por aí para te despertar para possíveis crenças negativas sobre o dinheiro, que geralmente envolvem a escassez dele e podem estar minando uma relação saudável com as finanças. Não sei qual o seu caso particular, mas decidi escrever aqui depois de fazer uma pesquisa com o público que assina minha newsletter (se você ainda não assina, clique aqui pra solicitar fazer parte do meu mailing amado).

 

Muita gente relatou que tinha problemas financeiros e que não havia, por exemplo, feito o meu Curso de Metas Online ainda apenas por falta de dinheiro. Mas ele não é um curso supercaro, entende? O preço é R$ 297, 00, valor que pode ser parcelado sem juros. E tem um custo-benefício legal, me certifiquei disso ao criá-lo. 

 

Parêntesis rapidex: o Curso de Metas contempla 5 módulos, 4 deles só para pagantes, com videoaulas exclusivas e vários materiais de autocoaching para baixar. E pode ser visto quantas vezes a pessoa quiser. Ou seja; o investimento de um pode servir para outros membros da família, que também podem ver aula e baixar os exercícios todos sem limite. Tipo afiliados do Netflix ;-)

 

Mesmo assim, apertou pra tanta gente... 

 

 

Então, pensei cá com meus botões: parte desse pessoal talvez não esteja conseguindo lidar bem com o que ganha, um problema que transcende o momento profissional, as dúvidas sobre carreira, as inseguranças com os rumos a seguir... Lidar com dinheiro faz parte de todas as fases da vida adulta e quanto antes você conseguir resolver isso, melhor. 

 

E, sim, eu sabia que podia ajudar. 

 

Minhas dicas para melhorar a vida financeira 

 

Se você tem dificuldade em lidar com dinheiro, vive no vermelho, não se sente no controle das suas finanças, não consegue poupar, fica nervosa ou perdida com esse assunto ou todas as alternativas anteriores, primeiro respire fundo. Você não está só -- como eu disse, pesquisa feita pelo meu próprio time mostrou que muitos dos que estão aqui lendo o blog agora se sentem assim e vivem essa batalha silenciosa todos os dias sem saber o que fazer. 

 

Já tive muitos clientes individuais com dificuldades de guardar dinheiro, parar de comprar compulsivamente e ter um controle do fluxo de gastos e ajudei todos eles. Então, você está em boas mãos, ok?

 

Para outros, as dicas que vou dar abaixo podem parecer elementares demais. Ok, se for seu caso, você pode usá-las para dar um "check" se anda fazendo a lição de casa direitinho, ou repassar este texto a quem você achar que precisa do bê-á-bá financeiro que vem a seguir. E numa próxima, a gente conversa sobre o que vem depois de tomar as rédeas do básico, ok?  

 

Sem mais delongas, vamos às dicas. 


1 - Anote tudo para saber quanto ganha e gasta 


Um exercício tão simples quanto certeiro. O ideal é você anotar os gastos durante uma semana inteira, incluindo fim de semana, para entender quanto gasta hoje em dia. A ideia não é necessariamente já diminuir gastos, mas tomar consciência deles. 

 

Se você recebe mais de uma vez por mês ou é freelancer e tem pagamentos picados, ainda mais importante atentar ao entra-e-sai financeiro. Tome nota de tudo, do mais inocente cafezinho até o estacionamento, o supermercado e a compra apressada na farmácia.  

 

Esse inventário inicial tem duas funções: 1) fazer você ir criando o hábito de anotar o que gasta, para tirar do piloto automático; 2) já trazer insights sobre seus funis de salário, o que pode ser diminuído, cortado, o que nem sabia que estava gastando... 

 

Depois de anotar por no mínimo 3 e no máximo 7 dias, sente-se diante do papel (ou do bloco de notas do celular, mais amigo do planeta) e faça as perguntas difíceis:

  • o que não sabia que gastava,

  • onde estou deixando o dinheiro escoar mais do que devia,

  • o que devo mudar desde já,

  • qual a sacada que tiro dessas anotações, 

  • como vou melhorar meu sistema de anotação de gastos daqui em diante...   

 

2 - Controle seus gastos diariamente 

 

O item 1 serve de porta de entrada para o 2, ou seja, é um treino para começar a tomar nota do que gasta. Uma ideia é criar um quadro de estimativa de custos mensais para depois alinhar com o que de fato acontece no dia a dia. 

 

Aproveite que estamos no começo do mês e faça já sua estimativa. Estime os gastos fixos e os variáveis. Não se preocupe se não forem exatos agora, você vai alinhar depois. E provavelmente vai ver que nem sempre expectativa e realidade estão ajustados. Tudo bem, é para isso que estamos aqui! E vai melhorando com a prática. 

 

Há inúmeros aplicativos de controle de gastos, encontre um que pareça simples ou vá numa planilha pessoal. Só não passe um dia sem anotar, pelo menos até você se sentir no controle das contas. Ah, identifique os gastos em débito e crédito, ok?  

 

O que mais me interessa é que você tenha a estimativa e que anote o que gasta no dia a dia da maneira que lhe convier. Vamos tirar os gastos do piloto automático. 

 

3 - Descubra seus gatilhos de compra e evite-os 

 

Com as anotações, a tendência é que você se controle mais diante das tentações, justamente porque toma consciência do dinheiro. Mas isso, por si só, não é suficiente para barrar as chamadas "compras emocionais". 

 

Onde você gasta com coisas supérfluas?

E o que é absolutamente supérfluo na sua vida e mesmo assim vem sugando seu dinheiro?

E em que ocasiões você faz esses gastos? 

 

Dois gatilhos comuns são os e-commerces e as idas ao shopping ou a lojas. Se você sabe onde seu calo aperta e quer economizar, simplesmente evite essas situações! Ou vá ao shopping sem cartão -- tática que já vi funcionar com clientes, viu? 

 

Quanto às compras online, cuidado porque as redes sociais estão cheia de links aparentemente inofensivos te convidando a comprar o que não precisa. Uma ideia para evitar a compra compulsiva nesse caso é fazer um trato consigo mesmo: só vou comprar se se passarem dois dias e eu ainda achar aquilo essencial. Geralmente você esquece ou vê que era impulso. 

 

Sugiro também descadastrar newsletters inúteis que só estimulem a compra e não tragam conteúdo. Você não precisa da tentação pipocando na sua tela naquela hora de tédio pós-almoço... 

 

Para outros gastos, como restaurantes, por exemplo, tente determinar um número máximo de idas por semana em vez de só estipular o valor a ser gasto. Digo isso porque sua simples presença no lugar pode gerar aquele clássico comportamento permissivo de "só mais isso", "ah, eu mereço", o que salga a conta e amarga as consequências... 

 

Em resumo: evite os gatilhos, os momentos e as situações que te levem à compra, fuja dos estímulos em si. 

 

4 - Entenda a diferença entre apenas consumir e investir 

 

O que é objeto de consumo para você e o que é investimento, já pensou nessa diferença? Eu já! Um investimento acontece quando você tem algum retorno real pelo dinheiro que pagou. Aquilo vai voltar para você, agregar valor de alguma forma. 

 

Quantas vezes a gente consome para tapar algum buraco emocional, enchendo o guarda-roupa, a biblioteca, o carrinho de compras da internet e até a barriga com coisas que nem queríamos de verdade? É como se aquilo nos preenchesse, porque de fato dá uma sensação momentânea de satisfação. A química cerebral se altera, você se sente bem, mas passa...  

 

Vejo muita gente confundindo promoção com oportunidade, por exemplo. Uma promoção é uma oportunidade quando você já precisava daquele produto ou serviço, ia adquiri-lo de qualquer forma e agora pode fazê-lo por um preço menor.  

 

Investir envolve mensurar o valor daquilo que você compra para além daquela sensação gostosa que vem no ato de comprar.

 

Investimento vale para roupa, para maquiagem, para sapato? Claro, desde que esses itens sejam necessidade ou agreguem de alguma forma a você, à sua figura, ao seu posicionamento, cada um sabe de si e vai entender se está se enganando ou não. 

 

Vale para cursos e livros? Ah, claro! Conhecimento é um dos melhores investimentos, todos hão de concordar. Mas também existe o lado B aqui, de pessoas que se enchem de livros e cursos e não aproveitam de fato o que eles têm de melhor. Não leem ou não se engajam, ou não fazem nada prático para melhorar, evoluir como pessoa ou na carreira com aquilo... Não que tudo precise ser utilitário, longe disso. Conhecimento pode se bastar, sim. Mas que então o gasto vire investimento, ou seja, se converta em conhecimento, e não um amontoado de diplomas pendurados, aulas perdidas, eventos passados à base de um post no celular e nada mais... 

 

É uma reflexão que quero trazer, apenas. Você anda investindo em quê? E consumindo?   

 

5 - Pague sua poupança antes de pagar as contas 

 

"Se sobrar, eu vou guardar neste mês, pode deixar".

 

Não, doçura, você não vai. Porque não vai sobrar e porque não é seu padrão. Então escuta a tia: dinheiro se guarda no início do mês, antes de pagar as contas, ou não se guarda.  

 

Se você tem o perfil poupador, este tópico não é para você. Mas, caso esteja na média de comportamento para poupar dinheiro, você precisa aprender alimentar suas economias antes de pagar o restante. E pode começar com pouco, pouco mesmo. O hábito se cria com poucos reais, e depois você pode ir crescendo o que economiza. 

 

Estipule de preferência um dia fixo para guardar o dinheiro. E nessa hora você pergunta: ah, mas qual escolher entre os mil tipos de investimento disponíveis por aí? Se você for iniciante, vá na poupança mesmo para ir sentindo o gostinho. Até debaixo do colchão é melhor que nada!  

 

Guardar vicia, traz uma sensação de estar no controle, você vai ver. 

 

6 - Maneire nos parcelamentos 


Vou ser bem direta na sugestão: só parcele aquilo que for investimento (o conceito que expliquei antes, neste texto) e tiver preço alto. Trocando em miúdos, parcele o que não puder pagar de uma vez e que de fato for agregar a você. 

 

Com isso, no mínimo, você evita a tortura de ter uma parcela minando seu rico dinheirinho mensal com algo que nem lembra mais o que é... 

 

Também ganha um critério mais objetivo para a necessidade de parcelar e se sente com mais controle sobre seu salário. O que tem de gente que quantifica mal os gastos mensais porque esquece as parcelas não tá no gibi... Fica fora do seu radar, mas o cartão e o boleto não perdoam. 

 

Resulta que seu salário acaba ficando a metade do que você pensa que ele é porque você parcelou de forma impensada. 

 

 

7 - Quantifique suas taxas e as da sua empresa 

 

Porque a gente vai pagando taxa em cima de taxa e perde o controle. Agora que você já está ciente dos seus gastos do dia a dia, é hora de rastrear os gastos com pequenas taxas de bancos, serviços por assinatura, miudezas que a gente vai deixando ali no cartão de crédito por pura inércia.

 

Ah, importante: se você tem uma empresa, por menor que ela seja, é muito, mas muito importante começar a se adaptar a separar as contas delas das suas pessoais. É um erro comum, uma negligência mais séria do que parece. A maioria das pessoas que abre empresa -- as pequenas, claro -- não separa seu pró-labore, não entende quais são gastos fixos pessoais ou da empresa e deixa os variáveis entrarem na conta da empresa. Pronto, joga tudo lá na caçamba da firma... 

 

O ideal é pelo menos desenvolver clareza do que é gasto pessoal e empresarial, por mais que tudo esteja numa conta só. Como? Comece com a velha e boa anotação/planilha de gastos do que entra e sai. Não precisa rebuscar, só precisa fazer! 

 

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Gostou das dicas? Teria muitas mais, mas creio que estas são um belíssimo começo pra entrar em clima de saúde financeira!!! 

 

Me conta se quiser live sobre o tema, vídeo ou mais posts aqui?! 

 

E acompanha minha agenda aqui, logo a gente se cruza! 

 

 

 

 

 

 

 

    

 

 

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