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Marketing pessoal é o seu fraco? Aplique essas 9 dicas para se valorizar mais como marca

April 2, 2018

Antes de continuar a ler, convido você a se despir do velho conceito negativo atrelado ao marketing pessoal. Aquilo de vender a si mesma de forma inconveniente ou exagerada, de "se gabar", diminuir os outros, mentir sobre o que é mérito seu, contar vantagem etc. Aqui, marketing pessoal é o que é: uma ferramenta para comunicar a mais gente o que sua marca -- você -- tem de bom, sem tirar nem pôr, com o objetivo de crescimento. 

 

Marketeira que sou -- ué, sou pós-graduada em Marketing Político pela USP --, tenho vontade de dar uma situada toda vez que vejo alguém "acusando" em tom de crítica outrem de crescer na carreira só por saber se vender bem... PARA TUDO! Qual o erro nisso?!? Mérito de quem sabe colocar suas qualidades pra jogo. 

 

E sei que existem casos de gente mentirosa, que o mundo pode parecer injusto, que gente pior que você se deu melhor por ter conexões melhores. Eu mesma já passei por isso inúmeras vezes. Mas de que adianta perpetuar essa ideia? Marketing por si só não segura uma carreira inteira se ela for espuma; é preciso trabalho duro, inovação, estudo, uma porção de outras competências e circunstâncias envolvidas para que o sucesso perdure. 

 

O desafio que quero trazer a você é deixar de ter uma postura tão PASSIVA com relação à sua carreira.

 

Esperar que o mundo reconheça o talento incompreendido que você pode até ter é delegar aos outros a responsabilidade pelo seu sucesso. Se você tem o que mostrar (e todo mundo tem algo bom que o mereça), o marketing é um instrumento.

 

Só isso, um instrumento. Nem bom nem ruim -- ele é o que você faz dele. 

 

Dito isso, decida agora o que você quer fazer com ele. Por que fazer um pouco de marketing pessoal é importante pra você? Responda mentalmente a essa pergunta, ou, ainda melhor, tome nota disso no seu Caderno de Você.

 

E agora vamos às dicas para fazer um bom marketing pessoal, que podem ser especialmente úteis para quem trabalha sozinha, abriu o próprio negócio recentemente ou deixou suas habilidades de networking e comunicação enferrujarem depois de muitos anos de empresa. 

 

Veja o que se adequa a você e crie seu plano de marketing pessoal.  

 

1 - Leve seu Instagram a sério. 

O feed do Instagram é o novo "dar um Google em alguém".

 

A pessoa escuta seu nome e vai ali te procurar para ver qual é. E diz aí: o que ela vai pensar de você quando abrir seu Insta? Até o fato de ser um perfil fechado diz algo sobre você.

 

Numa sociedade em que os limiares entre o que é pessoal e o que é profissional estão tão difusos, pode ser inteligente mesclar essas esferas numa rede social bem cuidada. Pense na sua como um instrumento de divulgação pessoal. Do seu jeito, dentro dos seus limites, claro. Mas pelo menos com fotos decentes e atualizadas, uma BIO com texto claro, uma foto de perfil que mostre seu rosto, básicos que tendem a criar uma melhor primeira impressão profissional. 

 

Estou aqui defendendo que você melhore seu marketing pessoal, lembra?

 

Nesse cenário, contar um pouco do que de bacana anda fazendo profissionalmente é bem esperto. Não precisa ser monotemático, mas, sim, coerente. Pense antes de postar: o que isso vai dizer sobre mim é coerente com meus objetivos de vida e carreira? 

 

2 - Trate bem as pessoas.

Olhe nos olhos delas, sorria, responda, tente ser solícita e se mostrar interessada pelo outro. Não precisa ser a pessoa mais popular do mundo, mas ter educação e gentileza.

 

O mundo dá voltas - muitas! - e as pessoas que hoje você tratou mal ou com descaso podem ser as mesmas que contratariam seu trabalho amanhã. Ou não contratariam... 

 

 

 

Acredite: se estou colocando isso aqui como uma dica para melhorar o marketing pessoal é porque sei que muita gente ainda precisa! Mesmo as pessoas naturalmente carismáticas e gentis podem escorregar quando estão atoladas, então fica o lembrete. 

 

Conexões são a chave dos relacionamentos, e o marketing é feito para atingir PESSOAS. Gostar de gente ajuda muito. 

 

3 - Conhece-te a ti mesma! 

Se você não conhece bem seu produto, como é que vai vendê-lo?!  

 

Quando alguém titubeia ao falar da sua área de atuação ou não sabe explicar algum aspecto do seu trabalho, essa insegurança grita aos olhos e ouvidos do outro. Isso é transmitido, e derruba sua imagem como marca. Acontece muito com gente que mudou de profissão recentemente ou não se sente confortável em falar qual é sua nova área de atuação. 

 

Exemplo que mais aparece pra mim? Pessoa vive de ser blogueira  -- ou influenciadora, ou produtora de conteúdo online, ou instagramer, dê o nome que quiser -- e não tem coragem de explicar para os outros, porque faltam palavras, porque teme o julgamento, ou ambos. Alguém aí se identifica?  

 

Gente, se nem você está se levando a sério e sabendo dar nome aos bois, como pode exigir isso de alguém?

 

Comece por voce mesma! Entenda a natureza do seu trabalho, emposse-se do que faz e explique quando for preciso. Eduque seu público, a começar pelos mais chegados. Com paciência, com educação, porém com firmeza. Puro treino.

 

Sugiro fazer a técnica do ensaio com alguém próximo ou em frente ao espelho. Perguntas cujas respostas devem estar na ponta da língua: 

 

O que você faz?

O que isso significa?

Que projetos anda tocando?

Por que mudou de área?

Não é difícil?

 

Autoconhecimento é o melhor investimento da vida! Saiba tudo sobre você para poder transmitir isso a mais gente. 

 

4 - Dê as caras em eventos.

A mágica raramente acontece só dentro da toca! Prestigie inaugurações e apresentações de pessoas que conhece, vá a palestras e talks da sua área e tente fazer cursos presenciais vez ou outra para conversar com gente diferente, criar conexões profissionais ou não.

 

Isso vale para festas de aniversários e convites pessoais. 

 

O mindset: não subestimar as oportunidades de conhecer novas pessoas e/ou interagir com conhecidas. Mesmo se seu objetivo em uma festa for apenas se fotografar lá, vale fazer algo mais, né? Se você fez cartões, é para entregar, lembra? 

 

5 - PORÉM... Valorize seu tempo.

O risco de ir a tudo é se tornar aquela pessoa que parece não ter nada pra fazer, sabe? Arroz de festa! Vai a qualquer coisa, chega cedo, nunca vai embora. Deus!

 

Recomendo fortemente que você apareça, mas vá a festas, inaugurações e jantares sabendo o objetivo de estar lá -- e se não tiver um objetivo simplesmente não vá. Valorize seu tempo e os outros também valorizarão.

 6 - Crie um plano de networking.

Por meio dele você pode chegar a uma equação boa de eventos a frequentar, por exemplo. Pense em um número que faça sentido na sua agenda: pelo menos 1 vez por semana farei algo fora do escritório, mas irei a no máximo 4, priorizando os que me ajudam mais em visibilidade ou relacionamento, dependendo do momento do meu negócio.

 

Ter um plano de networking começa por listar as pessoas com as quais gostaria de interagir e pensar em como abordá-las gerando valor. GERANDO VALOR, atenção! Pessoas ocupadas não podem tomar um café com você por nada. Pense no que de fato pode agregar a ela. 

 

Outro toque aqui sobre marketing pessoal: é legal contar o que você anda fazendo, mas também PERGUNTAR. Todo mundo quer ser ouvido, interesse genuíno fortalece conexões. 

 

7 - Precifique-se inteligentemente.

Pra começo de conversa, saiba seus preços! Falo com muita gente que simplesmente não faz ideia de como cobrar pelos serviços que oferece. Defina se cobra por hora trabalhada, por tipo de serviço, por conjunto de produto + serviço e até quanto está disposta a negociar.

 

Qual seu mínimo para fazer cada tipo de trabalho? Até para abrir exceções, é preciso ter regras, quando se fala em dar preço para o que faz!

 

Seu preço diz muito sobre o posicionamento da sua marca, então ele faz parte da estratégia de BRANDING PESSOAL. Enrolar demais para dar um orçamento é outra atitude queima-filme. Dinheiro é uma esfera sensível, seja correta e direta com relação a ela.

 

Nem preciso dizer que o que faz de graça precisa ter um porquê. Seu trabalho pode ser percebido como de menos valor quando você não cobra ou sempre dá desconto demais. Estabeleça limites.

 

 

8 - Cuide melhor da sua imagem.  

Sua imagem atual está coerente com o que gostaria de transmitir? Há algo concreto que queira aperfeiçoar nela para te ajudar nos objetivos que tem para a carreira?

 

Duas perguntas para reflexão. Fazer marketing pessoal, ou seja, agir para comunicar a si mesma, pressupõe ter uma marca coerente (um bom branding pessoal). Então investigar tudo o que envolve sua imagem de marca ajuda. Investigue o que diz sua aparência, seu comportamento, seus lugares preferidos e até suas companhias.   

 

9 - Comece a pensar em cobranding.  

Yes, as companhias dizem algo sobre você porque representam uma associação de marca -- ou cobranding. Mas, além de revisitar o que já tem como cobranding, proponho que você pense em ações que pode executar que tragam novas e ricas associações. Locais, parceiros, clientes...

 

O que e quem quer associar à sua marca e quais são as atividades práticas que pode fazer para conseguir isso?

 

Aquele toque de autocoaching para não deixar você com saudade :-) 

 

Veja também:

 

Guia prático para ter mais disciplina e cumprir metas e objetivos

 

Dicas rápidas para melhorar sua comunicação no trabalho e na vida

 

 

 

 

 

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